site
biologix
uma nova presença digital para transformar um site institucional genérico em um ponto de contato capaz de comunicar credibilidade, organizar jornadas distintas e sustentar a evolução da marca.
meu papel
Liderança end-to-end: arquitetura da informação, UX writing, direção de interface, implementação em WordPress com Elementor e acompanhamento de performance com Google Analytics e Hotjar.
destaque
Site adotado como referência pela DTVZ, agência parceira de performance na época do projeto, para apresentação a novos clientes.

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contexto
A Biologix é uma healthtech brasileira S.A. focada em medicina do sono, com investidores como FAPESP, Hangar8 Capital, Hospital Israelita Albert Einstein e 10 médicos investidores. Desenvolve, produz e patenteia seus próprios sensores, algoritmos e plataforma, e tem validação científica publicada em três estudos.
A empresa atua em um segmento que combina saúde, ciência e tecnologia, o que torna a confiança um fator crítico em qualquer ponto de contato com a marca. Em contextos assim, o site institucional é o primeiro lugar onde um profissional de saúde decide se a solução é confiável o suficiente para que ele possa indicar a seus pacientes, onde um paciente tenta entender do que se trata o exame, e onde um parceiro ou investidor forma a primeira impressão sobre a empresa.
modelo b2b2c com dois públicos muito distintos
Médicos, dentistas e fisioterapeutas adquirem a solução e a indicam a seus pacientes. O site precisa funcionar para dois públicos com intenções completamente diferentes, ao mesmo tempo. Sem estrutura que reconheça essa diferença, a navegação vira genérica demais para servir a qualquer um dos dois.
a credibilidade da biologix não estava sendo comunicada
Três publicações científicas validadas. Parcerias com USP, UNICAMP, UNIFESP, UERJ e outras universidades. Mais de 90% de acurácia clínica comprovada em dois estudos comparativos: um hospitalar (304 pacientes) e um domiciliar (478 pacientes). Nada disso estava sendo comunicado com a hierarquia que o contexto exigia.
problema
Como transformar um site institucional genérico em um ponto de contato maduro, capaz de comunicar uma proposta de valor técnica com clareza, acomodar públicos com intenções distintas e funcionar como base digital que pode ser lida, acompanhada e refinada com o tempo?
objetivo
Criar um site capaz de transmitir a credibilidade técnica da Biologix, organizar jornadas separadas para profissionais de saúde e pacientes, e funcionar como produto digital vivo, com monitoramento integrado e capacidade de evolução contínua a partir do comportamento real de uso.
diagnóstico
clareza
O site anterior comunicava de forma densa e pouco hierarquizada. Quem não conhecia a Biologix precisava de esforço para entender o que era oferecido. Não tinha progressão, jogava tudo de uma vez.
credibilidade
Em contextos como o da saúde, a interface precisa transmitir maturidade ao longo de toda a navegação. Inconsistências visuais e de linguagem comprometiam a percepção de uma empresa com base científica sólida.
performance
O site era tratado como uma peça estática de comunicação. Sem nenhuma ferramenta de análise integrada, era impossível medir engajamento, identificar fricções ou tomar decisões com base em comportamento real.
requisitos
organizar dois públicos distintos
  • separar as jornadas de profissionais e pacientes
  • ponto de entrada compartilhado com caminhos distintos
  • CTAs, conteúdos e destinos específicos para cada contexto
transmitir credibilidade & consistência
  • evidenciar validação clínica e base científica
  • apoiar a percepção de maturidade da marca
implementar base monitorável
  • flexibilidade para evoluir
  • integrar análise quantitativa e qualitativa desde o início
  • usar comportamento real como insumo
arquitetura da solução
home
seja um centro credenciado
sou paciente
ciência e tecnologia
biologix academy
conteúdo
eventos
suporte e contato
implementação
A escolha por WordPress com Elementor garantiu autonomia sobre a execução, aderência à lógica de design sem intermediários e agilidade nos ciclos de ajuste depois do lançamento, com liberdade para incorporar aprendizados de GA e Hotjar diretamente na estrutura.
monitoramento & refinamentos
Integrar o monitoramento ainda no planejamento foi o que transformou o site em um produto digital. Assumi o acompanhamento de desempenho com duas ferramentas principais:
análise quantitativa
  • fluxo entre páginas estratégicas
  • páginas de entrada por canal de aquisição
  • profundidade de navegação por jornada
  • taxas de engajamento e tempo em páginas-chave
  • interação com CTAs de credenciamento e paciente
análise qualitativa
  • gravações de sessão para ver onde há atrito
  • mapas de calor para entender atenção real
  • padrões de scroll: onde param, ignoram, abandonam
  • o que o GA aponta como abandono, o Hotjar explica o por quê
A leitura combinada das duas ferramentas me permitiu observar comportamentos que nenhuma das duas entregaria isoladamente. Padrões identificados no Hotjar orientaram ajustes na hierarquia de informação e no posicionamento de CTAs, com base em comportamento real, não em suposições.
exemplos de refinamento:
  • reposicionamento de CTAs com base em análises de scroll depth
  • ajuste de hierarquia em seções com alta saída
  • otimização do formulário de pré-cadastro
  • atualização de conteúdo em páginas com alta taxa de rejeição
decisões de design
hierarquia progressiva em vez de densidade
O site anterior jogava tudo de uma vez logo na entrada. A decisão foi estruturar a leitura em etapas: contexto, entendimento, confiança e ação, para que o universo técnico ficasse mais acessível sem precisar ser simplificado.
dois públicos, dois caminhos, uma entrada
Em vez de criar dois sites ou forçar o mesmo fluxo para todo mundo, a solução foi um ponto de entrada compartilhado com bifurcação clara. Cada público segue um caminho com destinos, conteúdos e CTAs próprios, sem fragmentar a coerência da marca.
monitoramento desde o planejamento
GA e Hotjar foram integrados antes do lançamento. Isso foi o que permitiu tratar o site como produto desde o início, com base para ler o que estava funcionando e ajustar com base em comportamento real, não em palpite.
antes & depois
uma estrutura para públicos distintos
Pacientes e profissionais navegavam pela mesma estrutura sem que a experiência reconhecesse essa diferença.

dois caminhos em uma única entrada
Jornadas paralelas com ponto de entrada compartilhado e bifurcação clara: destinos, conteúdos e CTAs distintos para profissional e paciente, sem fragmentar a coerência da marca.
densidade de informações
O conteúdo técnico apresentado em bloco, sem hierarquia ou progressão. Difícil de ler para qualquer perfil de visitante.
leitura progressiva
Experiência estruturada em etapas: contexto, entendimento, confiança e ação, em vez de apresentar tudo de uma vez. O universo técnico ficou mais acessível sem ser simplificado.
credibilidade científica invisível
Três publicações validadas, mais de 90% de acurácia, parcerias com mais de 15 universidades, nada comunicado com destaque.
credibilidade como estrutura, não como seção
Publicações, validações clínicas e parcerias distribuídas ao longo da navegação. A confiança virou parte da experiência.
sem nenhuma instrumentação analítica
Nenhuma ferramenta para medir comportamento, identificar abandono ou orientar decisões com dado real.
GA e Hotjar integrados desde o início
Publicações, validações clínicas e parcerias distribuídas ao longo da navegação. A confiança virou parte da experiência.
desafios
vocabulário técnico vs. acessibilidade
A Biologix tem uma proposta de valor que precisa ser precisa para profissionais de saúde e compreensível para pacientes. Encontrar o equilíbrio entre linguagem clínica e acessível, sem perder credibilidade em nenhuma das frentes, exigiu decisões cuidadosas de conteúdo e hierarquia em cada página. O risco dos dois lados era simplificar demais e parecer pouco sério para o médico ou tecnificar demais e acabar afastando o paciente.
dois públicos na mesma navegação
Profissionais e pacientes têm intenções, vocabulários e expectativas completamente diferentes. A solução de arquitetura com jornadas paralelas resolveu o problema estruturalmente, mas demandou atenção constante para que os dois caminhos fossem igualmente claros e coerentes com o posicionamento, especialmente nas páginas compartilhadas, como a home e a de ciência e tecnologia.
site como produto, não como peça
Um dos maiores desafios foi garantir que o site fosse tratado, desde o início, como produto digital com ciclo de vida real, e não como uma entrega pontual. Isso exigiu integrar ferramentas de monitoramento no planejamento e manter esse acompanhamento depois que o site foi ao ar, pensando em iterações futuras.
métricas & impacto
Site adotado como benchmark pela DTVZ (agência parceira de performance) para apresentação a novos clientes.
compreensão e navegação
Fluxo entre páginas estratégicas, tempo de permanência, profundidade de navegação por jornada. Indicadores de que a separação de públicos e a hierarquia progressiva funcionaram.
engajamento e conversão
Interação com CTAs de credenciamento e de paciente, consumo de seções de ciência e validação, comportamento em páginas de entrada. Base para a otimização contínua com a DTVZ.
eficiência da experiência
Pontos de abandono identificados via Hotjar, padrões de scroll, fricções corrigidas com base em comportamento real, não em intuição.
valor para o negócio
O site apoia apresentações para investidores e parceiros, sustenta a estratégia de performance e gera oportunidades qualificadas.
aprendizados
um site institucional é um produto, não uma peça
Sites institucionais precisam ser tratados como ativos com ciclos de vida reais, não como entregas pontuais. A integração do monitoramento desde o início foi o que permitiu refinamento contínuo com base em comportamento real, e não em suposições ou preferências internas.
atuar end-to-end reduz ruído entre intenção e execução
Transitar entre arquitetura, narrativa, interface, implementação e análise de dados sem perder a consistência de direção foi o que garantiu a coerência do projeto em todas as etapas. Em saúde, onde confiança e clareza são decisivas, essa consistência tem impacto direto na percepção de marca.
decisões de arquitetura têm consequências de conteúdo
A separação das jornadas foi uma decisão de estrutura, e não de conteúdo, mas ela mudou completamente a forma como o conteúdo foi organizado, quais CTAs foram priorizados e como a narrativa foi construída em cada seção. Problemas de experiência muitas vezes têm raiz na arquitetura, e é aí que precisam ser resolvidos.
conclusão
Com liderança end-to-end sobre estratégia, conteúdo, interface, implementação e performance, o projeto entregou um site que funciona como ponto de contato real, não como vitrine. A estrutura em jornadas paralelas resolveu um problema que nenhuma decisão de conteúdo isolada resolveria.
A implementação própria garantiu que o que foi planejado foi o que foi ao ar. O monitoramento desde o início permitiu refinamento com base em comportamento real. E o reconhecimento pela DTVZ confirmou que a entrega foi além de um redesign: foi a construção de uma presença digital à altura do que a Biologix já era